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"Plantar uma árvore é plantar uma ideia de permanência, de sobrevivência, de proteção e de vida, levando para o dia a dia das pessoas, de forma às vezes quase imperceptível, um universo de sensações e rejuvenescendo, simbioticamente, a sua relação com o mundo."

Carlos Canela

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Desde o início da produção, o Festival SARANCINE sempre se propôs a romper as barreiras existentes entre o mundo das causas ambientais e o cidadão comum, buscando aproximar o debate ambiental de quem realmente consome e utiliza, de forma racional ou não, os recursos naturais do mundo.

Se observarmos com cuidado veremos que grande parte do atual processo de degradação ambiental no planeta acontece principalmente dentro de nossos próprios lares, onde nós, moradores e usuários do mundo, somos vítimas e ao mesmo tempo, agentes desse processo.

Assim, buscando levar o universo das causas ambientais para dentro da vida das pessoas, convertendo técnicas, teorias, métodos em práticas ambientais, o projeto “Uma casa, uma árvore” foi criado para ser o momento em que o SaranCine finalmente põe os pés (e as mãos) no chão, bate nas portas das casas e transmite seu recado.

Assim, com a proposta de plantar uma árvore em cada casa do distrito de Sarandira, dialogando com os moradores e convertendo discurso em prática, o projeto acabou agregando um caráter altamente simbólico para o Festival, onde o plantio das árvores veio inaugurar o plantio definitivo de uma ideia e de um projeto que, esperamos, não tenha mais fim.

Entre os dias 17 e 27 de maio de 2021, os produtores locais do Festival SaranCINE, Léo Matias e Vinícius Matos do Amaral plantaram dezenas de de árvores frutíferas e ornamentais, nas casas e espaços públicos de Sarandira, doadas pelo IEF/Mata para a comunidade.

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CONHEÇA O PROJETO